Uma sociedade em que pessoas singulares e individuais não são chamadas de burras e reacionárias, sem trustes nem cartéis, onde universidades não fabricam mão-de-obra para o mercado, e universitários tenham perspectivas, onde a cultura é um direito garantido, a esperança não se confunde com otimismo, e os desiguais não são tratados de forma igual apenas para reproduzir a desigualdade.
Um mundo distante... Ou melhor um BRASIL distante.
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