i love my gun, i love my gun hsahshashahsahs
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
"laissez faire, laissez aller, laissez passer"
“Crescimento”,” progresso”, “ todos tem oportunidades mas alguns não tem a ética do trabalho” “o trabalho dignifica o homem”, “estudar para ser alguém na vida”, como se não fossemos sujeitos, como se não fossemos alguém, crescemos sendo condicionados a repetir essas ladainhas.
A ideia de que o individuo se faz por si mesmo, do livre mercado, e da liberdade, nasceu no mesmo berço que dividiu os homens entre: homens de posições superiores motivados pela ambição, liberados dos mecanismos de controle e coerção da sociedade, e homens incuravelmente preguiçosos esses trabalhariam, tento as privações como sua maior motivação.
Animais dotados de consciência de si mesmos desconsideram o fato da servidão latino americana, desconsideram a colonização e seu moinho de gastar gentes, desconsideram que a liberdade formal não significa nada sem a igualdade de oportunidades. O grande desafio é entender como essas ideologias estão arraigadas em nossa sociedade.
Essas ideias remetem à harmonia social de Adam Smith, um mercado livre, uma sociedade contente, que acredita em coelhinhos florezinhas e jardins, um estado que não inervem na economia, para a livre exploração de todo e qualquer cidadão, que se propõe a praticamente prostituir seu corpo.
A pergunta que fica é, o que seria de certas pessoas sem essa ladainha alienadora para repetir? De que viveriam? Qual seria tua motivação pobre gurizinho criado no interior do Rio grande do Sul que trabalha a semana toda vendendo Coca-Cola na multinacional, que como todos nós, usa dez por cento de sua cabeça animal e ainda acha que está contribuindo com sua parte para o quadro social.
Até quando guri ? Tu vai se alimenta do sonho americano?
Até quando guri ? Tu vai se alimenta do sonho americano?
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